Jean Grey
Diante de uma situação tão tenebrosa pela qual passei hoje, não vi outra alternativa a não ser vir compartilhar isso com vocês.

Sei que este post deverá causar diversas reações, assim como a situação causou em mim — é claro que vivenciar é bem pior que ler.

Na verdade, seria cômico se não fosse trágico, mas chega de enrolação e vamos aos fatos.

No meio da tarde, eu estava no trabalho e resolvi descer para dar uma mijadinha ir ao toilet, e mal podia imaginar o que me esperava lá...

Ao entrar, deparei-me com a visão do inferno. Um cara barbudo, cabeludo e igualmente peludo em todo o corpo, sem camisa, em frente à pia, secando o sovaco as axilas com o papel toalha de enxugar as mãos.

O detalhe é que hoje fez um calor desumano, e, por conseguinte, o indivíduo estava extremamente suado, pingando, eu diria. Vocês podem imaginar o fedor de um ônibus cheio de pedreiros às 18h30. Aliás, acho que isso ainda seria menos desagradável que o odor de gambá em decomposição que eu senti ao adentrar o toilet.

Na maior naturalidade, ele disse: "Ah, aqui é o feminino? Achei que era o masculino". Mas o ponto é que ele não saiu! Continuou lá em seu ritual de higiene (?)

O pior de tudo é que, ao entrar, eu fiquei tão sem reação que entrei em uma das "casinhas" do banheiro e fiquei esperando ele sair, para poder, então, satisfazer minhas necessidades fisiológicas. Não consegui sequer balbuciar uma única palavra, tamanha a minha perplexidade.

E ele ficou ali por mais um tempo, exalando aquele cheiro abominável e secando a réplica de Tony Ramos que é o seu corpo.

Até fiquei me indagando se eu estava sofrendo de algum tipo de alucinação ao imaginar que havia uma plaquinha na porta diferenciando o banheiro feminino do masculino. Mas, não, realmente a sinalização é bem clara, e acredito que até meu vira-latas saberia que ali é lugar de "menina".

O pior é que aquela podridão impregnou no banheiro, e eu saí de lá desesperadamente atrás da senhora da limpeza, implorando para que jogasse álcool, água sanitária, soda cáustica, ou o que fosse preciso para tirar aquela catinga de lá.

Para variar, esse "incidente" murphyano desencadeou uma enxaqueca torturante que há algum tempo eu não tinha, e meu estômago parece fazer os movimentos de uma roupa na máquina de lavar.

Agora, alguém me explica isso? Porque eu juro que não entendi.
Jean Grey
Ultimamente, é assim que tenho me sentido. Confusa. Fraca. Sozinha. Desmotivada.

Não, não tem nenhum motivo em especial — o que às vezes faz parecer que eu sou uma idiota e estou procurando chifre na cabeça de cavalo.

A verdade é que eu tenho me tornado a cada dia uma pessoa mais esquisita. Nada parece me satisfazer. E o pior é que esse blog, que inicialmente fora criado para ser um espaço de interação, diversão, etc., quando não está abandonado, só serve para eu me lamuriar... o que eu acho uma pena, pois tem pessoas muito legais que me leem e comentam aqui, mesmo eu sendo relapsa e não correspondendo :(

Só sei que todos os dias levantar da cama é um sacrifício muito grande pra mim... ir para o trabalho, ter que ver pessoas, falar com elas, sorrir, pensar... e aí eu recebo missões cada vez mais complexas, que só fazem com que eu me sinta mais burra e incapaz.

Às vezes sinto um vazio tão grande que não sei explicar... e realmente não tem um motivo (pelo menos que eu tenha identificado até agora).

Na maioria do tempo, procuro acreditar que é só cansaço, só pelo fato de eu não saber o que são férias (sequer uma semaninha) há pelo menos seis anos. Sempre priorizei o trabalho, a "carreira", os estudos... e fui deixando as minhas vontades de lado.

Inclusive, estou frustrada até agora por não poder ir ao show do AC/DC em São Paulo nem em Buenos Aires...

Enfim... Eu não posso reclamar. Eu tenho emprego, enquanto muita gente procura que nem doida. Eu sou formada, enquanto muita gente sequer sabe ler. Eu tenho uma família que me ama e me apoia (do jeito dela, mas não posso me queixar), tenho minhas coisas, praticamente conquistei independência financeira, tenho um namorado que me faz muito bem, e tenho amigas, com as quais eu sei que posso contar. São poucas, mas eu sinto firmeza na amizade delas.

Mas é como se algo estivesse faltando. Tem um vazio dentro de mim, que não consigo identificar ou sanar. Sempre me sinto, como disse a Rose, numa sala de espera, aguardando pela minha vez de ser feliz de verdade, enquanto eu vejo todos sendo "atendidos" antes de mim.

Talvez o meu problema seja a falta de expectativas. Porque de certa forma eu estou estagnada. Eu me formei, e estou trabalhando. Tá, e daí? Pelo que eu estou esperando agora? Não consegui fazer uma pós ainda, porque na minha cidade não tem, as que tem numa cidade próxima são cursos que não me interessam — e mesmo que interessassem, meus horários de trabalho são incompatíveis.

Não vivo mais a ansiedade de esperar pela minha formatura, nem por nada que pareça significativo. Tudo que eu imagino ou sonho parece tão distante, tão impossível, tão abstrato... que eu acabo desistindo antes de tentar.

Não sei mais se meu trabalho me faz feliz, na verdade, porque tenho me questionado muito sobre se escolhi a profissão certa... às vezes eu acho que sim, mas tem horas que eu sinto tanta raiva de ter que fazer certas coisas, que começo a ficar em dúvida novamente...

Enfim, não quero me prolongar ainda mais. O único sinal de um comportamento diferente que eu tenho notado é a obsessão por comprar esmaltes. A cada vez que vou a uma farmácia, por exemplo, tenho que sair pelo menos com um esmalte novo, por mais que não esteja precisando...

Ah... esse negócio já está parecendo mais uma autoanálise... espero voltar aqui com melhor ânimo da próxima vez. E me perdoem novamente pela ausência... a correria aqui está grande.

Obrigada a todos que ainda têm paciência de passar por aqui.
Jean Grey

(Momento poeta mode on)

Embora esteja escrito na Bíblia, livro do qual nunca devemos duvidar e bla bla bla, quero dizer veementemente que, NÃO, o amor não suporta tudo. Pelo contrário, o amor é frágil. Ele precisa ser bem cuidado para que cresça e se fortaleça.

Não compactuo com essa ideia de que o amor supera tudo, que por amor vale a pena viver num vale de lágrimas, e toda essa coisa de filmes e afins.

Para mim, o amor é como o topo de um iceberg. Ele precisa de uma base sólida e resistente que o sustente, caso contrário pode submergir.

E a base à qual me refiro são as atitudes de quem ama e é amado. Para começo de conversa, o amor é uma troca. Não existe amor sem reciprocidade. Se uma pessoa ama outra sem ser amado, isso não é amor, pois a mutualidade é a premissa básica do amor. Talvez seja doença, obsessão, ilusão. Qualquer coisa, menos amor.

Além disso, o amor é construído dia a dia. Não adianta você dizer que tal pessoa te ama e pronto, e com essa segurança esquecer-se dos pequenos gestos que solidificam o sentimento. A cada dia, se põe um novo tijolinho na infinita muralha do amor.

O tijolinho pode ser uma gentileza, um carinho, uma palavra bonita, um dia gostoso passado juntos. Também pode ser aquele apoio no momento difícil, o ombro para chorar, a palavra de consolo, um conforto, um abraço de alívio.

O amor é também e principalmente amizade, companheirismo, compreensão, solidariedade. O amor é um cuidar do outro, preocupar-se, zelar pelo bem estar do outro, querer bem. Fazer uma surpresa, nem que seja uma ligação no meio da tarde para dizer um oi.

O amor é o mais complexo dos sentimentos, pois ele depende de um universo de outros para se sustentar. O amor é exigente, muito mais caprichoso que a mais rara das orquídeas. Precisa ser regado e iluminado nas doses exatas.

Não existe fórmula para o amor. Ele é alimentado aos poucos, um pouquinho a cada dia, e é amando que se aprende a amar. Não há teoria, só prática. E não se pode confundir a paixão com o amor, não.

A paixão tira o fôlego; o amor acalma.

A paixão tira o sono; o amor faz sonhar.

A paixão deixa os dias mais floridos. O amor nos acompanha mesmo nas tempestades.

Amor não é paixão. É paixão também. Paixão e muito mais. O amor é inexplicável. Não foi feito para sentir. O amor foi feito para viver.

(Momento poeta mode off)
Jean Grey
Ok, ok, podem parar de me xingar. Eu sei que sou uma blogueira relapsa e mal educada, que fica um tempão sem postar e comentar nos blogs amigos, mas é que eu estou com uns projetos paralelos aí muito ocupada ultimamente, numa correria do cão mesmo — tanto que atrasei uma conta em uma semana e paguei R$ 40 de juros! queria morrer, mas deixa pra lá.

O que me traz aqui hoje são as pernas é o fato de que eu estou me achando! Ok, é isso mesmo. Tô me sentindo o bicho da goiaba, a última bolachinha do pacote, a última Coca-Cola do deserto, e quaisquer outras denominações para fodeza extrema que vocês quiserem acrescentar, de forma a contribuir com o meu vasto vocabulário de inutilidades.

Ok, ok (Nelson Rubens), parei com a autopromoção barata e vou dizer o porquê. É que as lindíssimas, suculentas, vitaminadas Sah, a Andréa (Desassossegada) e a Liana me honraram mais uma vez com um selinho de reconhecimento às bobagens que escrevo à qualidade do meu humilde e singelo blog.

Então, em homenagem a elas, posto hoje para dizer que aprecio muito estas atitudes, e principalmente o companheirismo, de continuarem lendo minhas doideiras palavras, comentando sempre e me ajudando a ter ânimo de tocar o barco blog em frente.

As regras são aquelas de sempre, e portanto já digo aqui que minhas escolhidas estão devidamente linkadas e serão devidamente avisadas em suas páginas quanto à premiação.

Além das queridas que me premiaram, que obviamente devem se considerar premiadas de volta, indicarei alguns blogs que eu adoro (eu adoro todos os favoritados ali do lado, mas enfim, a regra da brincadeira é essa):

Entre Telas

Sou para-raio de doido

Just a(n a)normal life

Las miserentas

Afiando o salto alto



Obrigada novamente a todos! Agora voltamos com a nossa piração programação normal.

Jean Grey
Hoje, na hora do almoço, em uma coversa descontraída, eu e dois colegas de trabalho entramos no assunto amizade. O meu comentário foi acerca de uma constatação que já tive há certo tempo, e acho que vale a pena compartilhar aqui com vocês.

Eu sempre me dei melhor com os meninos. Acho muito mais fácil e agradável fazer amizade com um homem que com uma mulher. Explico por quê.

Tudo bem, talvez eu tenha um pouco a mais de testosterona no organismo que a maioria das mulheres. Não que eu seja machona e ande igual a um espartano, mas eu gosto de futebol, de jogar baralho, sinuca, tomar cerveja, e não tenho muitas frescurites, digamos assim, nem mesmo gosto de fazer compras. Não sou fissurada em roupas, sapatos, maquiagens e afins.

Talvez por isso estar em um grupo muito grande de mulheres por muito tempo me cause alguns arrepios. Primeiro, pelo natural instinto de competição que as mulheres possuem, que eu odeio. Uma está sempre tentando mostrar para a outra que é mais bonita, sexy, atraente, cheirosa, chique, e uma lista interminável de etcéteras que as outras. Mesmo que seja sua melhor amiga. Isso me irrita profundamente.

Primeiro, porque eu não valorizo muito a aparência das pessoas. O que me importa é o caráter e a personalidade — atributos aos quais as pessoas parecem não dar muito valor ultimamente.
Além do sentimento de inveja implícito em cada frase que boa parte das mulheres pronuncia, detesto veementemente conversas fúteis, que eu costumo chamar de "papo de salão".

Sinceramente, não me interessa o que está na moda. Eu uso o que eu gosto e acho bonito, não o que um estilista idiota qualquer diz que é bonito. Não estou nem aí se a Suzana Vieira procura maridos no jardim de infância, ou se o Dado Dolabella arrebentou a cara da Luana Piovani (merecidamente) pela trigésima oitava vez. Eu mal dou conta de cuidar da minha vida, vou me preocupar com a dos outros? Pior, com a vida de pessoas que não fazem e menor diferença para mim!?

E aqui eu poderia citar uma lista muito grande de conversas superficiais e completamente inúteis que as mulheres costumam ter quando se juntam. Se você puxar um papo coerente ali, elas vão ficar te olhando com cara de abajur, e provavelmente logo mudarão de assunto.
Por isso, eu tenho poucas amigas, selecionadas a dedo, que não são fúteis e alienadas ao mundinho hipócrita que domina os meios de comunicação atualmente, e cujo repertório de assuntos não se limite aos reality shows de top models, à vida das "celebridades" e ao que está suuuuuuuuper na moda e muuuuuuito barato em tal boutique. #prontofalei
Jean Grey
Eu já havia desligado o computador por hoje, mas um fatídico acontecimento me fez voltar aqui e relatar mais detalhes da sorte com a qual fui contemplada ao nascer.

Dias atrás, resolvi finalmente fazer aquela tão planejada hidratação nos cabelos. Creme em mãos, touca térmica, vamos lá. Besuntei o cabelo todo — que não é pouco! — com um maravilhoso e poderoso hidratante. Ao que eu estava acabando, minha mãe me dá a feliz notícia: o chuveiro havia queimado. E aqui em casa só tem um banheiro.
Para minha sorte, naquele dia estava frio, o que significa que fiquei mais de duas horas com a cabeça congelando até que minha mãe pudesse sair de casa para comprar outro chuveiro, e o meu pai substituísse o queimado pelo novo.

Até aí, tudo bem. Pelo menos meu corpo estava aquecido com roupas adequadas, portanto não passei tanto frio.

Hoje, como Murphy realmente não folga de sábado — no meu caso, nem de domingo, ano novo, dias santos, etc... —, tive mais uma prova de que a expressão "tirar um tempo para cuidar de mim" não se encaixa de maneira alguma no meu vocabulário.

Simplesmente no dia mais frio do ano na minha cidade (fez -4°C de madrugada), quando eu estou no meu maravilhoso banho, com os cabelos totalmente imersos em muita espuma de xampu, essa lendária lei resolveu aplicar-se à minha pessoa novamente. Simplesmente todas as luzes da casa se apagaram, e, instantaneamente o chuveiro ficou gelado como a morte (ui!).

Gritei para a diarista, perguntando se havia acabado a luz em toda a casa, ou se só do banheiro, e, para a felicidade geral da premiada aqui, ela respondeu que a casa toda estava às escuras.

Imediatamente, comecei a congelar mais que picolé no Polo Norte, e desesperadamente liguei para a Copel (companhia de energia do Paraná), que demorou horrores pra me atender, ao que eu ia ficando mais e mais tomada pela hipotermia e pelo desespero dentro do box.

Ouvindo aquelas odiosas gravações, me veio um "plim", e eu solicitei que a diarista fosse até o quintal verificar se a chave-geral da casa havia desligado, embora ainda me recusasse a aceitar que a fiação elétrica da minha casa fosse tão velha a ponto de não aguentar um ferro de passar e um chuveiro ligados ao mesmo tempo. Mas é.

Eis que, quando o rapaz da Copel finalmente me atendeu, eu perguntei se havia problemas de luz na região — isso tudo não sem passar pelo constrangimento de ter de explicar a ele que não podia verificar o código da minha conta de luz pois havia sido interrompida em pleno banho, e portanto estava nua e molhada falando com ele, óbvio. Ah, e ao celular, pois o telefone da minha casa é sem fio e, por conseguinte, não funciona sem luz também!. Ao que ele respondeu negativamente — também após ter de confirmar uma série de dados, pois eu não tinha o maldito código em mãos —, a diarista religou o disjuntor-geral e a luz voltou.

Para não passar ainda mais vergonha, fiquei falando com o moço na linha enquanto ele me explicava algumas coisas, depois de a luz ter voltado, disfarcei e disse pra ele que depois eu olharia na chave-geral da casa para ver se era isso mesmo o problema — queda por sobrecarga —, pois naquele momento eu obviamente não tinha condições, e se fosse o caso ligaria novamente.
Depois de quase morrer congelada, e ainda pelada, o que seria obviamente constrangedor se alguém me encontrasse morta no banheiro, terminei meu banho na velocidade da luz, com medo de uma nova "surpresa" desagradável... e aqui estou eu, rezando, implorando, pedindo a todos os santos, para que nada mais de inusitado aconteça hoje.
Jean Grey
Desligo o computador. Leio mais algumas crônicas do livro do Jabor (Amor é prosa; sexo é poesia). Olho para o cabideiro e os rabiscos atrás da porta do quarto. Velhos acessórios me remetem a tempos passados.

Um pedaço da minha história.


Em branquinho, caneta piloto e lápis de olho, estão lá os nomes de algumas das minhas bandas favoritas de alguns anos atrás. Tem também recadinhos de algumas amigas. Tudo ali registrado.

Várias vezes já pensei em lavar essa porta, raspar tudo e passar tinta nova, dando assim um aspecto mais higiênico ao ambiente. Mas ainda não tive a devida coragem de apagar essa pequena recordação.

Vejo ali pendurado também um cinto preto de tachinhas... ele combinava tão bem com o meu All Star no auge da minha adolescência! E também me traz muitas recordações!

Também noto que há muitas bolsas penduradas. Cada uma delas me acompanhou por certo tempo, em determinadas jornadas da minha vida. Carregaram vários objetos, como os cadernos da faculdade (e ainda da época do colégio!), estojos cheios de canetas coloridas, documentos e chaves, celular... e carregaram comigo minhas angústias, dificuldades, frustrações e conquistas.

Todas (as bolsas) foram aposentadas por invalidez ou tempo de serviço — ou ambos. Mas não consigo me desfazer delas. Minha mãe vive me pedindo para fazer uma "limpa", doar as coisas que não uso mais. Mas tenho esse péssimo defeito de guardar — e por que não dizer colecionar — coisas. A maioria não serve para nada. Mas digamos que eu me sinta mais "segura" e mais conectada comigo mesma assim.

Para tudo, levo certo tempo até ter coragem de eliminar. Eu chamaria de período de desapego.

Hoje percebo que tem sido assim com as pessoas também. No começo, eu sofro, mas depois vai passando o tempo, e eu me desapego das pessoas. Algumas me dão fortes motivos para isso, e aí é mais fácil — exceto quando eu não quero me distanciar de alguém, mas às vezes é inevitável.

Quem sabe uma parte das velhas bolsas, cintos e pessoas ganhem finalmente um destino... hoje, ou qualquer hora dessas.